Quem sou eu

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Sou Consultor e Auditor Líder de sistemas de gestão (da qualidade, ambiental e saúde e segurança no trabalho) sou Tecnólogo Mecânico pela Fatec-UNESP, pós graduado em Gestão Industrial pela Vanzolini-USP e pós graduando em Gestão Integrada pela Faculdade SENAI de Tecnologia Ambiental. Atuei em empresas dos segmentos de auto-peças, termoplásticos, ferramentaria, eletrodomésticos, metalúrgicas, ferramentas elétricas, produtos químicos, galvanoplastia, tratamento térmico.

30 de mai. de 2016

PRINCÍPIO DA LIDERANÇA NO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE

A liderança em todos os níveis estabelece unidade de propósito e direcionamento além de criar condições em cada pessoa engajada para alcançar os objetivos da qualidade da organização.

Unidade de propósito, direcionamento e engajamento de pessoas permite a uma organização o alinhamento de suas estratégias, politicas, processos e recursos para alcançar seus objetivos.

Os  benefícios da aplicação deste princípio para a organização são o aumento da efetividade e eficiência em alcançar os objetivos da qualidade da organização, melhor coordenação nos processos da organização, melhora na comunicação entre níveis e funções da organização, desenvolvimento e melhoria da capacidade da organização e das pessoas para entregar resultados desejados. (ISO-quality: Quality Management principles, 2015).

PRINCÍPIO DO FOCO NO CLIENTE NA GESTÃO DA QUALIDADE

O foco principal da gestão da qualidade é atender as necessidades dos clientes e empenhar-se para superar as expectativas dos clientes.
O sucesso sustentável é alcançado quando uma organização atrai e retém a confiança dos clientes, e outras partes interessadas. Todos os aspectos da interação com os clientes fornecem oportunidades para criar mais valor para os clientes. Entender as necessidades presentes e futuras dos clientes, e outras partes interessadas, contribui para o sucesso sustentável da organização.
Os benefícios da adoção deste princípio são o aumento do valor do cliente, aumento da satisfação do cliente, aumento da fidelização do cliente, ampliação da repetição de negócios, melhoria da reputação da organização, ampliação da base de clientes, aumento da receita e participação de mercado. (ISO-quality: Quality Management principles, 2015)

4 de mai. de 2016

Princípios

A norma para sistemas de gestão da qualidade, NBR ISO 9001:2015, traz, na parte que desperta pouco interesse e é injustamente ignorada, um sub-capítulo que trata deste assunto. Na sua Introdução, sub-capítulo 0.2 intitulado "Princípios de gestão da qualidade", apresenta 7 princípios onde declara que a norma é baseada. Injustamente ignorada porque se a norma foi baseada nestes princípios, o correto entendimento da norma deveria passar pelo entendimento destes princípios!

O que são princípios?

Para a ISO, "princípio" é uma crença básica, teoria ou regra que tem grande influência na forma pela qual alguma coisa é feita. "Princípios de gestão da qualidade" são um conjunto de crenças fundamentais, normas, regras e valores que são aceitos como verdadeiros e podem ser usadas como a base para a gestão da qualidade.

São eles:
                  - foco no cliente;
                  - liderança;
                  - engajamento das pessoas;
                  - abordagem de processo;
                  - melhoria;
                  - tomada de decisão baseada em evidência;
                  - gestão de relacionamento.

A ISO declara que os princípios de gestão da qualidade podem ser usados como uma fundação para guiar a melhoria da performance das organizações. Elas foram desenvolvidas e atualizadas por experts internacionais do comitê técnico ISO/TC 176, que é responsável por desenvolver e manter as normas ISO de gestão da qualidade.

Cada princípio de gestão da qualidade deve conter:
- sua declaração, que descreve o princípio;
- análise racional, que explica porque o princípio é importante para a organização;
- benefícios-chave, que exemplifica os benefícios associados com o princípio;
- ações que podem ser adotadas, que exemplificam ações típicas para melhorar a performance das organizações que aplicam o princípio. (ISO-quality: Quality Management principles, 2015).

2 de mai. de 2016

As normas ISO 9001:2015 e ISO 14001:2015 ficaram parecidas

Em 2011, a ISO (International Organization for Standadization) publicou a sexta edição das suas ISO/IEC Directives - Part 2, que definem regras para a estrutura e redação de Normas Internacionais. Esta parte, das Diretivas ISO/IEC, especifica regras para a estrutura e redação de documentos destinados a tornar-se Normas Internacionais, Especificações Técnicas ou Especificações Disponíveis Publicamente. As regras destinam-se a assegurar que tais documentos, elaborados pelos secretariados das comissões ISO e IEC estejam redigidos em um formato uniforme e praticável quanto ao seu conteúdo técnico.

Em 2015, a ISO publicou a sexta edição das suas ISO/IEC Directives - Part 1, que definem regras para um estudo de justificação de uma proposta de Norma Internacional. Parte integrante deste documento, o Apêndice 2 apresenta a High Level Structure (HLS), estrutura de alto nível, a que todas as normas ISO deverão ser estruturadas. A intenção deste documento é consolidar conceitos aplicados nas normas de modo a evitar mal-entendidos e confusões. Desta forma, acompanhando uma tendência de mercado de integração dos sistemas de gestão, estes sistemas podem ser integrados de forma mais consistente, eficaz e holística.

Reciclagem de conceitos NBR ISO 14001:2015


Reciclagem de conceitos NBR ISO 9001:2015


7 de mar. de 2016

Análise de Ciclo de Vida na gestão ambiental

A versão 2015 da norma NBR ISO 14001 que trata dos requisitos para sistemas de gestão ambiental menciona que uma perspectiva de ciclo de vida deva ser considerada na determinação dos aspectos ambientais das atividades da organização.

A avaliação do ciclo de vida consiste em avaliar entradas, saídas e impactos ambientais potenciais ao longo do seu ciclo de vida. Por conseguinte, ao determinar os aspectos e impactos ambientais, a organização deve avalia-los em todas as etapas do do seu processo produtivo, desde a aquisição da matéria prima até a destinação final. O mesmo se aplica a prestação de serviços. (ABNT NBR ISO 14040, 2009).

Portanto, aspectos e impactos ambientais, devem ser determinados em todos os processos da cadeia produtiva da organização, não se limitando a atividade final, aos descartes no final da produção ou da prestação de serviços. Processos estes que devem ser considerados no Contexto da Organização, conforme capítulo 4 da norma NBR ISO 14001:2015.