Quem sou eu

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Sou Consultor e Auditor Líder de sistemas de gestão (da qualidade, ambiental e saúde e segurança no trabalho) sou Tecnólogo Mecânico pela Fatec-UNESP, pós graduado em Gestão Industrial pela Vanzolini-USP e pós graduando em Gestão Integrada pela Faculdade SENAI de Tecnologia Ambiental. Atuei em empresas dos segmentos de auto-peças, termoplásticos, ferramentaria, eletrodomésticos, metalúrgicas, ferramentas elétricas, produtos químicos, galvanoplastia, tratamento térmico.

21 de jan. de 2012

Fatura mas não cresce

Para se manter no negócio, é necessário ter competência, dominar o negócio, ter conhecimento, habilidade e atitude. Ou ao menos identificar as deficiências que estão comprometendo o seu crescimento e providenciar as competências necessárias. É fundamental fazer acontecer!
O faturamento é o resultado dos esforços empreendidos no negócio. Mas se há faturamento por que não há crescimento? Alguns esforços podem apresentar-se menos eficazes e, desta forma, impedir o crescimento desejado.

15 de jan. de 2012

Certificado ISO 9001 enfeite de parede

Obter a certificação custa, manter o SGQ em funcionamento custa!
O gasto com a manutenção do certificado compensa? Para mantê-lo como enfeite de parede, com certeza não!!!!
A adoção do sistema de gestão da qualidade deve advir de uma decisão estratégica da organização (0.1) para demonstrar sua capacidade em atender aos clientes de forma consistente (1.1.a) e aumentar sua satisfação (1.1.b). Basta entender os conceitos da norma e aplicá-los adequadamente!
A certificação em sí não aumenta o faturamento da organização, a percepção dos clientes quanto á capacidade da organização em atendê-los de forma satisfatória é que deverá melhorar o relacionamento com clientes e fornecedores. E consequentemente atrair novos negócios.

10 de jan. de 2012

A ISO não funciona

Algumas empresas obtém o certificado da ISO 9001:2008 e, por não saberem aplicar adequadamente seus conceitos, acreditam que não funciona e põe toda responsabilidade sobre o coordenador da qualidade. Porém é de responsabilidade da direção assegurar sua adequação, suficiência e eficácia (5.6.1).

7 de jan. de 2012

Indicadores da Qualidade inúteis

Um cliente estava com dificuldades para atualizar os gráficos com os INDICADORES DA QUALIDADE e me pediu alguma sugestão para simplificar o trabalho.
Causei surpresa quando sugeri a ele eliminar um indicador.
Os indicadores da qualidade devem estar relacionados com os objetivos da qualidade que por sua vez devem estar de acordo com a Política da Qualidade (5.4.1) definidos pela direção da empresa. Se um indicador não agrega valor ao negocio, ele não serve!!

A direção não faz análise critica do SGQ

Um cliente queria minha opinião sobre o novo formato da INTERAÇÃO ENTRE PROCESSOS que adotara. Ao verificar as entradas e saídas de cada processo, me chamou a atenção uma entrada no processo DIREÇÃO: Ata de Análise Crítica...
A ata de análise crítica não é uma entrada deste processo, é o registro das saídas (5.6.3) ! Esta situação reflete a realidade da empresa, ou seja, o diretor recebe a ata pronta do coordenador da qualidade e assina...
Agindo desta maneira, o diretor contraria a clausula 5.6 da norma e consequentemente perde oportunidades de melhorar o SGQ (8.5.1), assim como seu negócio.

3 de jan. de 2012

Liderança

Lideres são aqueles que estabelecem unidade de propósito e conduzem sua organização para alcançar seus objetivos, envolvendo pessoas e criando condições favoráveis para tornar isso possível.
A ISO trata desse assunto?
A liderança que trata o 2º princípio da gestão da qualidade se verifica na definição dos objetivos da qualidade, que devem estar relacionados á política da qualidade definidos pela alta direção da empresa e ao comprometimento da direção com o sistema de gestão da qualidade. (5.1)

2 de jan. de 2012

Foco no cliente

A empresa depende de clientes, então é fundamental satisfazer ou superar as expectativas dele. Isto é o que diz o 1º princípio da gestão da qualidade.
O atendimento aos requisitos do cliente se inicia no seu entendimento e na determinação por parte da alta direção em atendê-los (5.2) que deve determinar os requisitos necessários para a realização do produto (7.2.1).
A percepção do cliente quanto a sua satisfação pelo produto  e pela empresa devem ser adequadamente monitorados  (8.2.1) e atravéz de análises de dados (8.4) ações corretivas devem ser providenciadas para manter o foco no atendimento aos requisitos do cliente (8.5.2).